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ENTREVISTA CONCEDIDA À BOCA A PENAS

CRISTINA ARRUDA: MÃOS QUE DESENHAM O MUNDO
(TEMPESTADE URBANA) 

O QUE FALAM DELA - GERMINA REVISTA DE LITERATURA E ARTE

SOBRE AS TRAMAS DA ALMA - OLHARES - DIVERSOS AFINS 

POESIA NA BOCA - SIAMESAS, DE CRISTINA ARRUDA - BOCA A PENAS

OITO POEMAS DE VALERIA TARELHO - DESENHO DE CRISTINA ARRUDA - O JORNALEIRO 




COMENTÁRIOS SOBRE A ARTE
DE CRISTINA ARRUDA:



“Ao nos depararmos com os desenhos de Cristina Arruda, podemos nos perguntar o que faz o preto e o branco ser tão leve.O que ela faz,sua alquimia é alcançada com as curvas. Perfeitamente ancorada no espaço,seus riscos delineiam a mulher e a cidade.Belo Horizonte das obras tão presentes de Niemeyer,Belo Horizonte de córregos antigos,Belo Horizonte de uma infância onde era possível correr atrás de borboletas. É esta leveza que passeia por suas linhas e não é raro nos depararmos com estes tempos misturados: insetos,mulher,edifícios.Uma fluidez de águas,ar,terra de colocar pés no chão,textura do feminino.


Já em sua pintura,as cores fortes irão ditar a emoção de suas figuras.Ali,a mulher nos olha diretamente,ou de soslaio,mas é sempre esse olhar de mulher a nos seguir que irá nos indagar a respeito da condição feminina.


Diferentemente do que alcança no desenho,leveza na pintura o que Cristina  Arruda nos apresenta é profundidade e uma viagem a um interno abissal, com predominância de azuis,vermelhos e seu amálgama, o roxo. Rostos a indagar caminhos, a visitar passados,a analisar o presente.É possível ter saudade de futuro? Suas mulheres e barcos parecem falar dessa saudade.onde está a mulher,no sentido de qual é o seu ponto? 


Uma artista que conseguiu alcançar já voz em sua obra e ser fiel a um projeto estético que narra e que constrói”.

                                                                                                           Adriane Garcia

                                                                                           Poeta e arte-educadora







“A arte de Cristina Arruda é a mais fina poesia tecida com as pontas dos dedos. Seus traços são como fios de Ariadne que passam por nossa alma iluminando-a e em seguida saem transpassando luzes. Suas formas arredondadas remontam mulheres fortes e femininas.”

                                                                                                               Adri Aleixo

                                                                                      Poeta e professora